Hoje deu vontade de escrever. De escrever sobre qualquer coisa, sobre toda minha vida, sobre nada em específico!
Qualquer coisa que me faça feliz: o olhar do Pietro, o sorriso do Henrique, as "tiradas" da Luiza e as conquistas do Francisco. O sol da manhã, a brisa noturna, o cheiro da chuva, o cantar do galo. O cachorro latindo, suco de manga, salada colorida, lima gelada. Morango com creme de leite e suspiro, andar na rua de tarde, pão quentinho, dormir até mais tarde. Barulhinho de bebê pequeno, fogos de artifício, seriado na TV, cinema com a família. Pipoca de tarde, conversinha de bebê, piscina no calor, estrada vazia. Natal, aniversário de filho, aniversário de casamento. Carinho de gato, lua cheia, cheiro do mar, abraço de filho, lembrança da vó. Lembrança do parto, (re)conhecer o filho, cheiro de filho. Tantas coisas, quase nada...
Sobre toda minha vida: nasci em 79 em Salvador. Cresci em São Paulo. Estudei em 5 escolas. Tive muitos amigos. Passava as tardes na casa da minha avó. Fui crescendo. Passava as tardes sozinha em casa! Estudava de manhã. Fiz natação. Quis ser psicóloga. Quis ser veterinária. Quis ser médica. Quis ser terapeuta ocupacional. Namorei. Quis ser mãe. Tabalhei. Engravidei. Fui mãe. Cresci. Juntei. Separei. Fui para o Mato Grosso. Voltei. Casei. Fui para Goiás. Fui mãe de novo. Cresci. Voltei para São Paulo. Trabalhei. Estudei. Fui mãe de novo. Cresci. Estagiei. Engravidei de novo. Pari; pari meu filho! Cresci muito. Mudei para a Bahia. Tantas coisas em poucas linhas.
Tem dias que aacordo com sono, cansada e quando ouço o barulho das criançs no quarto ao lado fico pensando no trabalho que eles dão. Hoje eu escolhi não pensar no trabalho. Escolhi pensar nas bênçãos, nas alegrias, noss beijinhos babados. São só crianças! Estão só apredendo! E eu sou a mãe! A melhor mãe do mundo para eles!
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sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Sobre tudo e sobre nada
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domingo, 12 de dezembro de 2010
Manifesto pelas mães
Há uns dias atrás eu vi no Facebook uma imagem que me chamou a atenção. Na imagem tinha a seguinte frase:
"Se você opta por ficar em casa, é acomodada. Ou madame. Se decide trabalhar, é ausente. Você não sabe pra que lado correr. Você é mãe."
Achei o máximo, pois me enquadro na mãe que optou pelos filhos e, por tanto sou considerada acomodada, folgada, encostada e outros adjetivos assim fofos...
Vi que era um manifesto pelas mães, mas achei que fosse só aquela imagem e não cliquei nela.
Passou muitos dias que vi a imagem e eis que vejo novamente no facebook algo sobre esse manifesto. Resolvi entrar para ver o que é e simplesmente vi que 1000 pessoas assinaram o manifesto. SOMENTE 1000 pessoas! Por quê? Será que muitos viram a imagem, curtiram e não buscaram para saber sobre o que se tratava, como eu fiz da primeira vez? Será que as pessoas não valorizam suas mães? Será que as mães não se valorizam? Será que ninguém acha importante divulgar?
Aí fiquei chateada pra caramba! Só 1000 pessoas! Nessa rede gigante de mães pela internet só 1000 pessoas assinaram esse manifesto? Aí resolvi colocar aqui! Não vou copiar o manifesto aqui, pois não pedi autorização, mas peço que entrem aqui e leiam o MANIFESTO PELA VALORIZAÇÃO DA MATERNIDADE. Depois assinem e divulguem! Esse manifesto foi escrito em junho e só tem 1000 asinaturas! Na barra lateral aqui do blog eu coloquei as imagens! Olhem lá!
"Se você opta por ficar em casa, é acomodada. Ou madame. Se decide trabalhar, é ausente. Você não sabe pra que lado correr. Você é mãe."
Achei o máximo, pois me enquadro na mãe que optou pelos filhos e, por tanto sou considerada acomodada, folgada, encostada e outros adjetivos assim fofos...
Vi que era um manifesto pelas mães, mas achei que fosse só aquela imagem e não cliquei nela.
Passou muitos dias que vi a imagem e eis que vejo novamente no facebook algo sobre esse manifesto. Resolvi entrar para ver o que é e simplesmente vi que 1000 pessoas assinaram o manifesto. SOMENTE 1000 pessoas! Por quê? Será que muitos viram a imagem, curtiram e não buscaram para saber sobre o que se tratava, como eu fiz da primeira vez? Será que as pessoas não valorizam suas mães? Será que as mães não se valorizam? Será que ninguém acha importante divulgar?
Aí fiquei chateada pra caramba! Só 1000 pessoas! Nessa rede gigante de mães pela internet só 1000 pessoas assinaram esse manifesto? Aí resolvi colocar aqui! Não vou copiar o manifesto aqui, pois não pedi autorização, mas peço que entrem aqui e leiam o MANIFESTO PELA VALORIZAÇÃO DA MATERNIDADE. Depois assinem e divulguem! Esse manifesto foi escrito em junho e só tem 1000 asinaturas! Na barra lateral aqui do blog eu coloquei as imagens! Olhem lá!
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